sábado, 25 de dezembro de 2010

Ola espectadores, sei que estão assiósos por mais um poust então somente por vocês eu voltei.




Minha vida nova.



A 3 anos atraz eu era uma pessoa muito diferente de hoje, ta, e dai? Todo mundo muda, será? rsrs enfim, tenho um trabalho novo que nem de longe é o meu tranquilo e cômodo trabalho de antes, mesmo em teoria sendo a mesma função auxiliar administrativo rsrs não é a mesma coisa que serviços gerais ? rsrs resumindo faço de tudo onde trabalho.



O trabalho



eu trabalho no setor de tráfego " não trafico" de uma empresa de onibus Urbano que está começando uma nova filial que é a que eu me encontro. A Expresso Azul Urbana, uau! bem loco né? Essa empresa adquiriu os direitos de operar as linhas do terminal do fazendinha, um terminal que alimenta uma grande parte do cic (cidade industrial) entre outras de Curitiba. Estamos com um pouco mais de um mes de empresa e nóssa! Temos problemas pra mais de metro, contratamos os motoristas dos onibus, cobradores, temos onibus novos, pessoal da manutenção, também despachantes, que sairam da empresa que perdeu a licitação para ver qual empresa ficava as linhas, mas o problema foi que, esses despachantes, "que são as pessoas que organizam a saidas dos onibus e falam para quais linhas tal carro vai e que motorista e cobrador vai operar tal carro", 3 pediram a conta no segundo dia. (imagine como tava dificil trabalhar la) Pressão ganhou outro significado para mim depois que entrei la, até eu me aventurei a soltar esses carros na linha, mas enfim fui para o setor administrativo do tráfego.

O setor



Na empresa antiga tinha uma equipe para esse setor de 4 pessoas, e eu sou um, ummm... me digam, acho que isso significa "cara você ta ferrado" haaa esqueci de mencionar que a garagem onde a empresa funciona é de uma outra empresa que ja trabalha no transporte coletivo e nos cedeu o espaço para usarmos por elas serem de um mesmo consorcio que ganhou a tal licitação, enfim então tem uma outra equipe la que ganhou trabalho extra por conta da "minha " empresa doidos para passar rapido para mim o trabalho que lhes foram passados pelos manda chuvas. então estou la eu fudido rsrss muito trabalho pouco salario "por enquanto peço a Deus" mas com disposição rsrs e ai que começa a minha jornada na defesa do trasporte coletivo de Curitiba e dos motoristas e cobradores que sempre ganham multas.. ha eu que tenho que defender eles sobre essa questão.



hoje foi só um informativo da situação.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Sempre dizer a verdade, ou mentir para poupar as pessoas.

Devemos omitir a verdade em troca da paz? Ou precisamos ser sempre sinceros custe o que custar?
Essa é uma questão que não possui uma resposta simples, como sim ou não, ela demanda algumas noções preliminares.


1°Quem questiona, quer a verdade? 
2°Quem questiona entende a verdade?
3°Nós sabemos o que é a verdade?
 

Quem questiona quer a verdade?


Diga-me, sempre que você pergunta - e ai, como vai você? Você realmente quer que a pessoa fale dos problemas dela? Das angustias ou das felicidades na integra? Acredito que não, falar a verdade não é simplesmente responder a uma pergunta objetivamente, mas sim falar sua opinião sobre a pergunta (a verdade é sempre relativa, portanto é sempre uma opinião), se perguntam a você se acredita em Deus, a resposta não pode ser simplesmente sim ou não, pois cada pessoa tem a sua concepção de Deus, por tanto respondemos sim ou não simplesmente para encerrar o assunto, mas com certeza não é uma resposta verdadeira.
Portanto, devemos primeiramente saber se a pergunta busca uma "resposta", ou uma "verdade".

Quem questiona entende a verdade?

Pai por que o céu é azul? Filho, o céu é azul porque na atmosfera existem gazes que refletem a luz, e nossos olhos conseguem captar a freqüência emitida por esses gazes qualificando-a como azul. haaaa ta ... Não entendi.
Tentar explicar uma coisa para alguém que nunca experimentou algo é extremamente difícil, ou para alguém que não tem maturidade para entender, ou mesmo inteligência (coisa rara em minha opinião), portanto falar a verdade para quem não consegue entender, ou insistir em esfregar na cara de alguém a verdade quando é obvio que ela não compreende a informação ou mesmo não aceita, é de certa forma uma crueldade, e perda de tempo também.
Nós sabemos o que é verdade?
Eu sei que falei que toda a verdade é sempre uma opinião, mas muitas pessoas podem não ter essa noção e quando escutam alguém que elas julgam ser mais esclarecida falar, tomam como verdade absoluta, portanto temos que ter consciência e responsabilidade sobre o que falamos para não deixar nosso achismo inflamar nosso discurso e enfeitar de mais nossa verdade com anexos que são puramente especulativos.
Agora finalmente a questão central deste poust.

Ser o mais verdadeiro possível ou tentar agradar? 

Obtendo respostas positivas a esses 3 questionamentos eu diria: Seja verdadeiro, pois só assim se chega a algum lugar, uma discução, conselho ou desabafo, mas se alguma dessas 3 questões não estiver bem definida, a verdade pode não ter valor. A verdade é grossa, forte, não tem sentimentos que possam a fazer ser mais digerível, portanto é necessário esforço para engoli-la, cada pessoa tem o limite de verdade que pode suportar. Portanto se alguém lhe pede a verdade conceda lhe de a oportunidade de avançar, pois só quando nos embasamos na sinceridade é que conseguimos realmente ir além, e para aqueles que buscam apenas respostas, que imploram simplesmente por uma direção a seguir, fica a escolha, seja um carrasco e diga “é por ali", ou seja, alguém de valor e diga-
 
 


”O mundo meu filho", o peixe pai explica ao peixinho filho no aquário, "é só uma caixa cheia de água".

Para minha amiga Gi que teve valor assim como o peixe pai. 

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ler me torna mais criança, outra vez.

“A filosofia começa no deslumbramento”, disse Platão. O seu mistério e sua maravilha raramente são perdidos em uma criança. Os jovens não precisam que alguém lhes ensine a curiosidade filosófica. Ela vem naturalmente. Quase ao mesmo tempo em que aprendemos a falar o mundo e seus mistérios encantam a nossa imaginação. Quem sou eu? Por que estamos aqui? Quem criou Deus? A luz da geladeira realmente apaga quando fechamos a porta? As crianças nascem filósofas. Geralmente, apenas os esforços combinados dos adultos- compreensivelmente cansados de responder aos seus "porquês"- podem sufocar a paixão da criança pelo entendimento.
“Texto tirado de Harry Potter a filosofia.”


Triste como perdemos essa curiosidade de criança, dizem que esse conformismo vem com a idade, acredito que ela venha com a desilusão.
A desilusão nos faz ter medo, o medo nos faz ignorar as verdades das coisas, nos faz querer encontrar conforto nas verdades mais convenientes e assim nos tornando mais limitados.
Chegando a um ponto em que não percebemos as possibilidades que o mundo oferece.
E essa desilusão é proporcionada por alguns fatores que podemos controlar, falta de coragem, falta de ideais e falta de um bom exemplo, são alguns deles.
Percebo que a falta de coragem nos faz acreditar que não podemos conseguir algumas coisas, e isso não existe, sempre ha uma maneira, talvez não de conseguir uma coisa especifica, afinal nem tudo é possível, mas é ai que a coragem deve entrar, quando um caminho que nós mesmos traçamos não se mostra correto temos que ter coragem para mudar, dar a volta, assim como a água temos que ser obstinados, persistentes mas flexíveis, e para isso necessitamos de coragem para acreditar em nós e não em um sonho.
E lógico precisamos de um ideal, algo que seje maior que nós mesmos, que nos torne melhores, agora o que é ser melhor? Bem acredito que ser uma pessoa melhor é tentar ser feliz com aquilo que quer se tornar, ser melhor é sempre estar se aproximando do seu sonho, e isso da um orgulho que não tem preço, e traz a felicidade consigo.
E conseqüentemente um bom exemplo, sempre temos nossos heróis, acredito que alguém que não os tenha ainda não vive de verdade, não ter idéia do que quer ser é pior do que não saber o que é, conheci uma mulher maravilhosa uma vez, ela despertava admiração de muitas pessoas por vários fatores, e um belo dia por MSN perguntei a ela, se ela sabia o que ela queria da vida, ela prontamente me respondeu, que sabia, sabia muito bem o que não queria também, percebi que se ela tivesse um pedido a Deus, ela não saberia o que pedir, e ela já tinha muito do que muitas pessoas sonham em ter, caráter, força, beleza, amigos entre outras. Bem ela esta infeliz até hoje, simplesmente porque não sabe ainda o que quer realmente, mão tem um exemplo mesmo sendo um... rsrs engraçado isso.
Quanto ao meu pedido a Deus?



Senhor Deus. Me de a curiosidade de volta, aquela vontade de saber a verdade seja qual for. Para que eu sempre saiba o que é o certo, para que eu sempre saiba a quem eu posso prejudicar com os meus atos, para que eu saiba quem eu devo amparar o pranto, me de Deus a curiosidade para me guiar, me torne um filosofo da vida e não apenas das palavras.
Amem.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Sonhos despedaçados

Você pode me pedir para desferir socos.... Mas eu não sei o porquê faço isso... Quando faço uma luta mental não consigo imaginar meu adversário.... De agora em diante... O que devo fazer?


Li esse texto nesse final de semana, falava de um boxeador que descobriu que nunca poderia realizar a luta pela qual ele se preparou toda a sua carreira, ao qual ele acreditava que daria todo o sentido as sua vida até aquele momento.
                                                                                                                            Curioso, de uma maneira diferente, mas talvez com o mesmo sentimento eu me sinta assim também, desisti dos meus maiores sonhos, das minhas crenças que me carregaram por tantos anos, nunca duvidei delas, às vezes de como alcançá-las, mas nunca delas em si, e esse ano eu desisti. Entendam, não desisti apenas porque não consegui, desisti porque não acredito que seja meu destino. Talvez eu simplesmente não seja forte o suficiente no momento para ir atrás desses sonhos, talvez eu tenha que ir em busca de mim primeiro, sem planejar nada, só viver e me achar antes de tudo, antes de sonhar e tentar voar.
Desisti não por falta de coragem ou por estar cansado (foram muitos anos de luta), mas porque chegou um momento em que eu estava como esse personagem, eu me forçava a prosseguir, todos me falavam, vai, você é teimoso então em alguma hora vai conseguir, e quando eu tentava me imaginar em uma vida "satisfatória", em um lugar melhor, eu não conseguia que tipo de lugar seria esse? Percebi que os meus sonhos eram antigos, que eles eram nobres, lógico que eu os queria, mas eu precisava de coisas mais simples, coisas que eu não consegui no caminho, e que diferente do que eu achava antes, são essenciais para mim, para minha vida, não posso prosseguir sem essas coisas simples que eu ignorei pelos meus sonhos maiores.
Nunca fui feliz de verdade, no máximo um pequeno momento onde vivi com uma família em um mundo que não era a realidade, sempre me senti sozinho, e achava que quando eu fosse "melhor" quando alcançasse meus objetivos, mesmo que parcialmente, isso mudaria e não me sentiria só, achei que se eu fosse alguém dedicado, compreensível e perceptível, eu seria recompensado, ou no mínimo estaria com a minha consciência tranquila. Mas mesmo tendo várias pessoas a minha volta, sendo considerado por pessoas que eu gostava, mesmo assim eu sempre me senti só.
Hoje isso não é mais assim, só mantenho contato frequente com uma amiga, ocupo o meu tempo com coisas egoístas, se me chamam eu vou, não tenho nenhum sonho que ultrapasse três meses para ser concluído, e por incrível que pareça não me sinto mal, parece que tirei um grande peso dos meus ombros, não me sinto só, sinto saudade de certas pessoas, mas ao não fazer planos com elas eu não sinto a falta delas, só fico contente quando de vez em quando as encontro ou uma delas me chama, e meus sonhos bem, eles seguem a mesma linha, agora que não espero nada grandioso, quando acontece alguma coisa simples, essa coisa se torna uma vitória, um quilo perdido por causa da academia, um quilo ganho por causa da musculação, uma carteira de motorista nova, livros baratos que encontro ou alguma coisa nova que compro para casa, cada pequena coisa boa tem um sabor de vitória que antes eu não sentia, assim com algumas pessoas antigas que me vem e falam que tem saudades, parece que essas coisas tem um gosto que antes eu não conseguia saborear.
Não vim aqui dizer que não ter sonhos é a maneira correta de se viver, e que agora sou uma pessoa melhor, longe disso, tenho consciência que um dia a necessidade de alçar voo voltará, mas como na história desse boxeador às vezes a gente luta, vive, sem saber o porquê, às vezes os motivos que te fizeram prosseguir devem ser revistos, pois a resposta que ele encontrou foi que, não existe um objetivo final, o que existe é um caminho, assim como ele os meus objetivos existiam porque quando eu os conseguisse eu saberia que eu teria me tornado uma pessoa melhor, portanto o meu desejo não era o objetivo em si, mas me tornar melhor, e melhor é ser feliz também, ter amigos que eu possa confiar ter coisas que façam me sentir bem ter alguém que a minha presença a faça se sentir bem, pequenas coisas, que tangem uma pessoa de valor.
E se tem uma coisa que me foi mostrada quando eu falhei, e falhei de novo, é que eu não possuo essas "coisas simples" e nesse ano, quando eu desisti, comecei a ser mais egoísta, consegui muitas coisas dessas "coisas simples" e tenho me sentido mais forte do que nunca, para meu total espanto.
Sempre pensei que primeiro eu teria que me realizar para ser feliz, agora percebo que tenho que ser feliz para dai me realizar. Crescemos de dentro para fora e não ao contrário, só quando nosso espirito se sente bem é que podemos dar nosso melhor. rsrs curioso, minha teoria de 1 em tudo se mostra cada vez mais correta.

Observação. não estou feliz realmente só não estou pensando em suicidio como imaginei que seria.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Crônicas Vampirescas/ O Vampiro Lestat


Não se trata de um livro, mas de uma série, As crônicas vampirescas, série de livros que conta a historia de Lestat de lincout, juntamente com um grupo seleto de vampiros, é uma obra muito famosa (para aqueles que têm algum interesse em literatura ou em vampiros) com seu estilo gótico (é uma boa oportunidade de vocês conhecerem o gótico, um pouco mais), ela propicia uma leitura muito mais madura do sobrenatural, desaconselhável para aqueles que procuram historias felizes. Com muitas obscenidades, cenas fortes, apelo sexual, homossexual, (sem nunca se consumar, vampiros não transam como a gente "acredito eu"), personagens muito dramáticos, afinal é uma característica do gótico, crises existenciais e uma tentativa de se encontrar acima de tudo, cada personagem procura achar a verdade no mundo, e o que move a série, falarei dos livros individualmente, por que ha diferenças consideráveis entre um e outro, afinal são 13, eu estou no 8 agora.


O vampiro Lestat.

Segundo livro da série, o primeiro a se focar na história de Lestat, que é o personagem motriz de toda a série, sendo ele inclusive o autor dos livros crônicas vampirescas. No mundo de Lestat, todos os livros são lançados por ele, em resposta ao livro entrevista com o vampiro, consequentemente sempre existirá um introdução de apresentação, onde ele fala quem é, e no final encerra o livro prometendo que escreverá mais, todos os livros são escritos, se não por ele por outros vampiros que a exemplo dele contam suas vidas e as publicam, (eu não entendo como o mundo inteiro não sabe sobre eles, já que provavelmente esses livros fazem muito sucesso e os dados contidos neles são exatos, ficção fazer o que?).
em o Vampiro Lestat, encontramos Lestat de lincout, ainda como humano do século XVIII, um jovem que gosta de caçar, (uma cena linda onde ele enfrenta lobos, episódio este que é lembrado em muitos dos livros posteriores), uma pessoa muito atípica para sua época, e com um desejo de conhecer o mundo e as artes, e até mesmo conhecer a Deus, tentando se encontrar no mundo, e entende-lo. Em uma bela noite ele é transformado em vampiro, e abandonado posteriormente, vivendo uma vida solitária, até mesmo para um vampiro. Lestat se encontra com outros vampiros que tragicamente estão mais perdidos que ele, e isso da uma sensação desoladora de que não existe um motivo, ordem ou verdade por traz das coisas, é uma parte do livro realmente interessante, a atmosfera de que alguma coisa trágica vai acontecer a todo instante é palpável, de pois do desenrolar ele parte na busca de conhecimento, que o leva a encontrar um vampiro muito antigo, que conta a ele como os vampiros nasceram, esta é uma das partes mais interessantes de toda a saga, particularmente me impressiono com o conhecimento da autora para conciliar fatos históricos do Egito Grécia, entre outros na trama dando explicações curiosas para os vampiros e como eles manipularam certos eventos famosos,
e logo de pois culmina em Lestat indo para o novo mundo, onde ele encontra Louis e o transforma, história essa contada em entrevista com o vampiro.


Diagnóstico

Um ótimo livro, que mostra um Lestat na sua melhor forma, como um ser que tem ancia em quebrar regras preestabelecidas. Corajoso e atormentado por escolhas erradas de sua vida, e mesmo assim com uma vontade de conhecer o mundo genuína. Mostra a história dos vampiros em detalhes, mostrando pelo menos 2 personagens magníficos, Armand e Maruís, que não por acaso irão possuir seus próprios livros. Até agora achei o melhor livro da série, por possuir muito conteúdo, um personagem centrais complexos e surpreendentes e coadjuvantes com muito peso, quando se termina de ler o livro se tem a impressão de ter lido vários livros, dado é a quantidade de núcleos de histórias cativantes.
Altamente recomendado para, leitores que gostam do sobrenatural, que estejam dispostos a ver uma trama psicológica, com cenas grotescas que realmente fogem do comum..

Portanto recomendo muito. alias essa maravilha esta disponível por 12,90 no submarino, assim como o restante dos livros da coleção. não seja jacu, aproveite a tecnologia de verdade, compre pela net, saia do msn, e trabalhe o musculo mais importante do seu corpo. 
O ultimo livro que eu li.

Uma coisa sempre me chateia quando estou procurando dicas de livros, é que existem muitos blogs e sites que não conseguem imprimir uma opinião pessoal na análise do livro, ou mesmo filme. Ta e dai? você pode me responder "mas temos que ser imparciais quando analisamos alguma coisa", mas a grande questão é que não se pode julgar se um filme, livro, ou qualquer outra coisa de aspecto cultural, é bom ou ruim, somente pelos quesitos técnicos, tem o fator diversão. Um filme caracterizado como comedia romântica geralmente segue os mesmos padrões, mas alguns sem um motivo muito claro são excepcionalmente melhores que outros.
Um livro ou um filme pode ter um enredo incrível, e mesmo assim ser chato, maçante, em contra partida ele pode ter uma história simples, daquelas que você no início já pode prever o final, e mesmo assim ele ser encantador. Então o objetivo destes posts é dar uma opinião imparcial (claro que temos que ser imparciais em alguns aspectos) mas principalmente responder a grande pergunta, o livro vale a pena ou não? Tentar explicar qual é o sentimento que o livro oferece, se é tensão, medo, tristeza, monotonia, ou mesmo apatia. óbvio que eu serei o intermediador, mas como pretendo ler bastante rsrs, quem acompanhar as análises terá material para comparação, por tanto quem ler um número suficientes de posts e ler alguns livros pra confirmar qual é o meu gosto, terá sim, se não um fonte confiável, pelo menos um parâmetro fixo, de qual caminho que livro ou filme segue.

domingo, 30 de maio de 2010

Por que temos a sensação de que o tempo está passando mais rápido.



prólogo

Eu bem estava lendo uma matéria da Mundo estranho, quando me deparei com e título acima, na mesma hora me lembrei de minha teoria sobre o tempo ser dividido em pontos. que consistia em que, nós percebemos a passagem do tempo quando pontuamos os acontecimentos entre um um intervalo do mesmo. pois bem, essa teoria sempre foi rechaçada pelos meus amigos e até eu mesmo cheguei a duvidar dela pensando, umm.. se ninguém concorda eu realmente posso estar errado. e finalmente tive um apoio relevante, não comprovando totalmente, porque a Mundo estranho não é Deus, mas já é alguma coisa ummm... como eu diria... superinteressante rsrs vamos ao texto da revista.

A matéria

Quando experimentamos alguma coisa pela primeira vez, mais dados são armazenados em nossa memória, pois tudo é novidade. Isso rola, por exemplo, quando vamos pela primeira vez ao sítio de um amigo. Como não sabemos o caminho, nossos sentidos ficam mais ligados, absorvendo cada detalhe do trajeto. nas outras vezes que voltamos lá, já conhecemos a rota e parece que ela encurtou, como se a primeira ida tivesse demorado mais.

Trecho tirado da revista Mundo estranho edição de abril 2010.
Texto: Yuri vanconcelos/Diego sanches.


Minha teoria

Como ja mencionei, acredito que possamos dividir o tempo sensível (que podemos sentir passar) através de pontos. Pense que seus dias, semanas e anos podem acumular pontos, e quanto mais pontos esses intervalos de tempo tiverem, maiores eles serão, por exemplo, um dia com 3 pontos é um dia menor do que um dia com 5 pontos, mas o que seriam estes pontos?
Os pontos de nossa vida sensível seriam as vezes em que produzimos novas sinapses, portanto seriam as ocasiões em que vemos alguma coisa fora do previsto, ou fora do comum. como no exemplo da matéria a cima, quando vemos alguma coisa pela primeira vez, nossos sentidos se ampliam para converter aquela experiencia em aprendizado, sendo assim sinapses novas (sinapse nova, quando acontece uma comunicação elétrica com um neurônio que nunca tinha sido estimulado). No sentido prático da coisa, significava que o tempo não parece durar mais quando as coisas estão ruins, é que geralmente quando acontecem coisas ruins, nós pontuamos esses acontecimentos, e ao pontuarmos esses eventos destoantes marcamos pontos, e estes pontos preenchem o dia, a semana ou o mes, dando a ele uma sensação de que foi um longo tempo, em contraponto se você passar por dificuldades por um longo tempo e essas dificuldades se tornarem comuns, o tempo não parecerá tão demorado, podemos passar anos em uma empresa que não gostamos por que nos abtuamos a estar ali, e não percebemos que o tempo passou, tudo isso serve também para quando as coisas estão bem.

conclusão
Se você quer que o tempo seja memorável, faça coisas diferentes, e esse tempo em que você fez as sinapses acontecerem parecerão enormes, mas se quiser que esse tempo passe rápido, crie uma rotina, tanto física quanto mental, e esse tempo não parecerá ter sido muito grande.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Como a vida funciona (1)

A vida é dor? Eu diria: A vida é dor também.
Umm como começar? Quem deseja, sofre, concordo. Quem deseja algo obviamente não tem o que necessita (ou o mais provável o que acredita que necessita). Portanto não é completo, consequentemente não é feliz, desse pensamento (bem matemático eu diria) me vem um questionamento: o que é necessario para se viver bem?
Resposta : pouco = o que necessitamos em essência é bem pouco mas fundamental, pense no homem como se tudo se resumisse a necessidades básicas para usarmos de analogia.
O homem precisa de roupas finas? Precisa ter mais que o próximo? Precisa ter prazer em quantidade? Precisa fugir completamente da dor? Eu responderia que não, não precisamos de nada disso para ficarmos bem, usamos essas coisas como muleta quando estamos mau, daí tentamos compensar a falta de alguma coisa mais essencial com coisas supérfluas, como adornos; esses são adornos da vida, alguns são bons, alguns ensinam, mas nenhum deles te dara felicidade, paz ou conhecimento por si só, são só adornos que complementam a vida.
Agora o que o homem não pode viver sem? Comida, se um homem não se sente são (entenda “são” como ser capaz de exercer sua liberdade de escolha) ele não pode se sentir bem. se um homem não possui uma utilidade, um homem precisa de um sentido na vida, um ideal, um Deus (nem que seja inventado), ele precisa saber que a vida faz sentido, e que ele contribui com algo importante. Família: um homem precisa ter um lar, ter uma identidade, saber que existe algum lugar a onde ele pode se encontrar caso ele se perca em alguma empreitada da vida, talvez isso seja uma mulher filhos, Pais, ou um país, grupo social etc, qualquer coisa que ele possa tirar apoio.
São 3 necessidades básicas que permitem que um homem seja completo, que permite que ele seja feliz, isso em minha opinião serve para todos, sem exceção. Lógico nossos idéias podem ser diferentes uns dos outros, nosso conceito de apoio, de família pode ser completamente distinto, nossa concepção de liberdade pode ser totalmente alterada, mas quando estamos com essas 3 necessidades básicas supridas, nenhuma dor será intolerável e nenhum amor será arrebatador (entenda arrebatador como algo que nos tira do nosso caminho).

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O inevitável conforto? Eu diria o conforto no inevitável.

Essa correção(na verdade uma releitura para pessoas mais umm parecidas comigo), mostra como alguém que possui uma fé que podemos mudar as coisas, também deve entender que existe o inevitável, e que ele é seu amigo, (ou pelo menos deveria ser).
Fazendo uma releitura do “Inevitável conforto” para pessoas como eu. ( homens que acham que podem mudar o mundo). Repito a pergunta: o que há de bom em saber que as coisas são inevitáveis?
E como meu colega, eu respondo. Para não ser uma pessoa frustrada; a frustração vem da percepção que você não alcançou suas expectativas. Portanto saber que não temos o controle da vida em si Ajuda a aceitar que a vida, o mundo tem suas próprias regras e não discrimina pessoas pela concepção de boas ou más, essas leis são simplesmente executadas. (você não é um bosta só por que a tua namorada não te ama mais.
Concluindo: temos que entender que o mundo tem suas próprias regras, que giram em torno dele, e não de nosso umbigo. Sendo assim tudo o que fazemos tem consequência e devemos entender os riscos antes de dar nossas cartadas, antes de fazermos os nossos movimentos, porquê o efeito dessas escolhas virão, independente da nossa vontade. E quem entende isso não fica sofrendo e falando (como a vida é injusta) porque se você não entende como a vida funciona, tente entende-la antes de entrar no jogo pra valer.

entendendo como a vida funciona. farei um tópico sobre isso.

Eis o Método


Bom, tentarei nesse texto definir um possível método eficaz para que se atinja o
“Inevitável Conforto”.Ao longo do texto citarei idéias referentes a alguns escritores e não ficarei fazendo notas nem nada parecido você se quiser que procure .(só posso lhe mostrar a porta é você quem tem de abri-la.)
A principio senti bastante dificuldade em propor um método,pois para cada pessoa o processo de “aceitação” pode ser bastante diferente.(cada um sabe a dor que tem).
Intuam comecemos pelo começo.São entendimentos necessários para se alcançar o alivio ,e o entendimento do inevitável.

A Vida é Dor*. Quem deseja, sofre; quem vive, deseja; a vida é dor. Quanto mais elevado é o espírito do
homem, mais sofre. A vida não é mais do que uma luta pela existência com a certeza de sermos
vencidos. A vida é uma incessante e cruel caçada onde, às vezes como caçadores, outras como caça,
disputamos em horrível carnificina os restos da presa. A vida é uma história da dor, que se resume assim:
sem motivo queremos sofrer e lutar sempre, morrer logo, e assim consecutivamente durante séculos dos
séculos, até que a Terra se desfaça.

Autor: Arthur Schopenhauer livro: A morte e a dor

*Isto tem que ser um pensamento constante uma certeza um caminho a se seguir.

Mas dai você me pergunta intuam o que posso eu fazer contra tudo isso(sentar e chorar pode ser algo a se considerar nesses momentos-se você for um fraco claro ou não).
Você deve cada vez mais pensar de modo que tudo não se encaminhe para tragédia(existem pessoas que sente certo prazer nisso, eu já fui uma dessas pessoas).
Mas como não fazer com que vire tragédia.

1ºpasso:Pare ,pense ,análise a situação,considera as coisas que estão em jogo e lembre-se jamais se desespere e cai de joelhos e comece a se perguntar como um babaca-Oh meu Deus o que foi que eu fiz pra merecer isso ,buah buah! (isso me ofende profunda mente).Quanto mais racional você poder ser em momentos em que as coisas não vão muito bem, mais vai consegui entender os motivos de algo estar acontecendo, mais vai conseguir não se desesperar ,e eu lhes garanto que o simples fato de não se desesperar pode ser algo muito reconfortante (na minha opinião não existe nada pior do que alguém perdendo o controle,a menos quando isso é de propósito.)Recapitulando:Pare,pense e analise.

2ºpasso:No começo isso pode parecer banal sem nexo sei lá ,mas ajuda bastante,quando as coisas não estão indo bem ,pare e pergunte-se eu realmente devo me importar com isso,isso realmente vai fazer com que as coisas percam o sentido,minha vida vai acabar.(lembre-se, pense bem).Mas um ponto importante aqui não trata-se de acovardar-se perante as coisas isso é horrível e deve ser desprezado pois tudo que fere a honra o ego deve ser repudiado sempre,pois se se deixar entrar em um ciclo de aguentar tudo que lhe é feito lhe acontece,acaba por deixar de ser o que lhe define como SER perde sua identidade e esse não é nosso objetivo jamais.Voltando sempre que se avança nessa etapas começa a perceber o quanto se preocupava com coisas banais(ou não),coisas que só fazem empacar a vida .No final vai perceber que tudo isso não passa de processo de “despreocupamento para com as coisas que não importa”,e fazendo isso abre espaço para se importar com o que realmente importa,(complicado)a aceitação.

3ºpasso:Quando de repente você se depara com uma situação em que anteriormente você se descabelaria ,não mais agora não,você simplesmente para ,pensa, analisa ,e percebe que não encontra real motivo para emputecer-se com aquilo,dai sim,você percebe a beleza das coisas ,cada vez mais vejo a beleza das coisas quando me deparo com uma situção que anteriormente me destroçariam como pessoa (nossa como sou dramático),agora eu só consigo ver uma palavra na minha mente “INEVIÁTAVEL”,é ele mesmo,as vezes demora um pouco é difícil de aceitar,mas a usar o racional , e ver que ela é capaz de coisas fantásticas.Como eu já disse o objetivo não é ignorar a vida e sim coisas que fazem parte dela e por algum motivo acabam impedindo que ela flua de uma forma que a pessoa julgue aceitável,boa(aceitável nem sempre é o objetivo das pessoas,mas na minha opinião já é muita coisa se comparado com o sofrimento do insuportável ) isso seria moralmente errado(depende da sua moral claro),seria imoral(pra mim é claro) porque atenta contra a existência da pessoa(o EU) e isso não é nada bom é triste e é evitável e sim é muito importante na constituição da pessoa (ou não claro depende da pessoa).

Observação final:Espero ter sido claro ,direto e objetivo mas como já havia advertido no começo é muito difícil um método propriamente dito,pois cada um sabe onde o seu calo aperta,mas independente de onde apertar ,pergunte-se eu realmente preciso me lamentar por isso ,isso é inevitável ou simplesmente eu deveria compra um sapato mais confortável.






“O homem é corda estendida entre o animal e o Super-homem: uma corda sobre um abismo; perigosa travessia, perigoso caminhar, perigoso olhar para trás, perigoso tremer e parar. O grande do homem é ele ser uma ponte, e não uma meta; o que se pode amar no homem é ele ser uma passagem e um acabamento”

terça-feira, 6 de abril de 2010

Inevitável Conforto


inevitável Conforto

Como a gente se torna o que a gente é.
Ou seria como nos tornamos o que somos obrigados a nos tornar. (putz que confusão),a dor, o sofrimento ou simplesmente o transcorrer dos dias faz com que coisas mudem em nós,
Mas que coisas seriam essas?
A mais importante delas eu diria que é a capacidade de se comover com as coisas alheias e até mesmo com as coisas que nos dizem respeito. Mas como assim se comover você me pergunta, e eu lhe respondo.
De repente começa-se a sentir uma certa repulsa,um certo asco para com o próximo, (e contra si próprio as vezes)uma certa indignação para com a vida, os costumes, os gostos e tudo mais que diga respeito a qualquer pessoa que não seja você; é como um sentimento de superioridade, você realmente se sente melhor que o resto das pessoas, por achar que sabe de algo importante, que ainda não domina mais sabe que é importante, é realmente desesperador e reconfortante ao mesmo tempo, um reconfortante descaso com sigo mesmo, e com o próximo, (pelo menos pra mim, pois me coloca numa situação em que cada vez mais tenho menos coisas com que me preocupar, menos coisas com que me decepcionar além de mim mesmo). calma, se sente isso eu lhe digo que por experiência própria, não é nenhum tipo de monstro egoísta sem sentimentos, sem perspectivas (o que posso garantir não é uma fonte confiável de certezas). Pelo meu ponto de vista, isso pode significar uma coisa boa, (uma certa evolução eu diria) estais prestes a se deparar com a esfinge do inevitável.
Ai você me pergunta por que “esfinge"?(que merda é essa?)
Porque ou você a decifra ou ela lhe devora .(blah,blah,blah)
Mas como assim devora?
Se você deixar ela te consome, te deprime, te rebaixa a um estado desolado, triste, um estado cansativo de auto-depreciação, onde você se pega o tempo todo dizendo (putz o que eu posso fazer contra o inevitável?), (como vou seguir em frente com a certeza de que hora ou outra o maldito “inevitável" à de me derrubar e como continuarei?...blah,blah,blah"(olha o drama ai).Aí é o fim meu amigo, mas o objetivo aqui é a “cura" do Inevitável, então vamos lá.
De uma hora pra outra o que era antes inaceitável, de repente se torna inevitável. Você simplesmente começa a aceitar as coisas, você perde algo importante, e pensa que não faz mal, uma hora ou outra isso iria acontecer mesmo, ou eu nem precisava disso. de repente você percebe uma coisa difícil e muito dura, seus sonhos não se realizaram, (é isso mesmo, não vai rolar, você percebe que está ficando velho e que tudo que tem à fazer e casar-se, reproduzir, e morrer, sem deixar nem um legado, nada, nada mesmo, (e ,é duro eu sei, mas fazer o que? ninguém disse que seria fácil, muito menos feliz e alegre...). Este eu diria que é um ponto importante na busca do entendimento, o famoso espeto na mente aperta e faz presente, desde ponto em diante você percebe o quão ruim e brutalmente desolador o tal do maldito “inevitável" pode ser. Porque quando algo destrói nosso sonhos, alguma atitude tem de ser tomada, mesmo que a destruição dos sonho não seja exclusivamente obra do inevitável; posso lhe garantir que ele sempre tem sua parte da culpa (inconscientemente é claro). Prossigamos com o devaneio.
Inevitável a maldição que tem me perseguido, o causar da minha desesperança e do desespero.
Desesperança em que?
Desesperança em absolutamente tudo e todos, nada passa a importar pois a desgraça não pode ser evitada, o leigo diria: coitado este está perdido, que visão mais triste da vida.
Mas espero provar até o final deste texto que não há absolutamente nada de triste nisso, é como a solidão, só se pode vence-la enfrentando-a (como tudo na vida aliás) mas a solidão é diferente, tens que aceita-la, abraça-la por completo pois quando puder viver com ela, estará pronto para abandona-la, e quem sabe por fim entende-la, o que posso garantir lhes é que o entendimento do INEVITÁVEL (assim como o entendimento da solidão) é uma benção(não creio em bençãos mas, não encontrei outra palavra adequada).
Mas enfim com o passar do tempo há de perceber a beleza do inevitável assim como a solidão é algo que tem de ser abraçado, aceito, e por fim amado, porque afinal de contas ir contra ele seria burrice, (ignorância é uma benção).
Quando enfim estiver alcançando a meta que é aceitar o inevitável, mas não pode ser uma aceitação que lhe é enfiada goela a baixo pela insistência, mas sim algo que tem de ser entendido, amado, quase idolatrado eu diria. E por fim, quando tiver aceito, poderá gozar do prazer que é o sentimento que eu denominei como “Inevitável Conforto".(não sou criativo).

"Inevitável conforto".
Mas você me pergunta o que pode haver de bom, de belo, de útil nesse tal “inevitável conforto",pois eu lhe respondo:
Tudo fica mais fácil, mas como? Simples assim?
È simples assim mesmo, não precisa mais temer o que esta por vir pois lá estará o inevitável pra colocar as coisas onde elas devem ficar e você que já o conhece bem não teme pois está gozando do seu “"Inevitável conforto",enquanto os outros estão se derramando em lágrimas pois foram atingidos pelo “Inevitável”,seus mundos vão ao chão, suas vidas acabadas. (nossa quanto drama, ,eu odeio o drama), lá está você com aquela sensação ótima, um bem estar que não se compra de forma alguma, se conquista a duras penas, pois como já disse anteriormente o “inevitável” tem que ser vivido, assim como a solidão para ser entendida,
aceito, nunca engolido”
Pronto tua vida está praticamente vacinada contra muitas das doenças da alma como, a tristeza, a angustia, o arrependimento, o “desmoronar repentino” da vida.
Mas se por acaso for afligido pelas doenças acima citadas pode ser que teu tratamento não foi executado corretamente, ainda lhe resta medo, desconfiança, descrença no "Inevitável conforto",assim sendo deve re-iniciar o processo até que o medo, a raiva, o ódio do “Inevitável” seja sanado de seu Ser.

“Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha paradentro de ti".

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


500 dias com ela (a filosofia).

Esse filme me foi indicado por duas fontes, uma confiável (Isabela Boscov, colunista da revista Veja) gosto muito das analises dela, adoraria conhecê-la, muito, muito, muito mesmo, ( voltando ao assunto). A segunda, não confiável, um blog que um amigo me indicou; um blog que eu gosto muito(Vamos ao que interessa),que não é muito afeito a falar de filmes. Bem, as duas fontes tem um senso que eu gosto muito, então fui ver e descobri. Elas estavam certas.

500 dias com ela não é um filme que fala sobre o amor. (como o próprio locutor do filme entrega logo de início) ele fala de um rapaz que encontra uma garota, e os efeitos que isso pode causar em alguém que acredita no amor e em encontrar a pessoa certa. Bem até agora nada de muito diferente das enumeras comédias românticas que saem todos os meses no cinema, mas ele não é um filme comum, ou melhor é um daqueles filmes que faz o comum de uma maneira incrível. Existe a particularidade em mostrar os 500 dias em que, Tom um rapaz comum, nem muito tímido nem muito extrovertido se relaciona com Summer, uma garota linda muito cativante, que ao contrario dele não acredita no amor e prefere a liberdade, e a aventura, adepta do famoso Carpe Diem. Esses dias não são mostrados em uma sequência crescente, mas sim alternadamente, mostrando eventos que eram muito divertidos no início, lá pelo dia 50 por exemplo, e depois sem graça no dia 250. Existem outras particularidades, como intervenções de desenhos, animados ou não, divisão de tela mostrando as expectativas e a realidade, até um musical o filme possui, sempre com muito bom gosto de maneira que não parece grotesca ou forçada. Mas o que mais me marcou foi a veracidade da história e da moral mostrada no filme; ele é real, eu já vi acontecer, já aconteceu comigo, e é exatamente como é mostrado. Uma história sem exageros tão comuns em filmes. E por isso tenho alguns tópicos que eu gostaria de considerar sobre a filosofia mostrada no filme. Colocarei os textos por partes.

(1). Por que o amor verdadeiro de Tom não funciona?

(2). O mito da alma gêmea: Pessoas que você pode gostar muito e pessoas que você pode amar muito.

(3). Por que Summer é tão atraente e ao mesmo tempo tão perigosa.
Tom: porque essas mulheres lindas acham que podem pisar nos homens?
Amigo de Tom: São séculos de estimulo.

(4). Estou apaixonado por ela: (Isso não vai prestar).
Por que devemos dar ouvidos ao alerta dos nossos amigos.

(5). É possível viver sem compromisso e ser feliz? Porque a teoria de Summer não é perfeita.

(6). Nossa amor, como você é inteligente! Vamos pro quarto.
Uma teoria sexual.

(7). Filosofia do filme.

Extras:
Como fazer um homem feliz em 2 passos.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010



A ilusão de que não somos solitários.

Acho que estou perdendo essa ilusão de que não sou um solitário. Que a solidão não deve ser minha amiga, e de que um dia formarei uma família feliz só para mim.
Tem uma pessoa em minha família, que cada vez mais parece estar prestes a morrer, a deixar todos que o amam. Ele não luta mais, só reclama como se tentasse justificar, e avisar os familiares do inevitável. Ele não ri como antes, não faz as coisas mais básicas; algumas simplesmente porque não vê mais sentido, ou porque não quer ter esperança que ainda pode lutar. Seu aniversario foi domingo, dia,11/01/2010, e é bem possível que seja o ultimo. Pelos cantos todos cochicham isso; alguns choram e desesperam-se que eu sei. No seu aniversario, mesmo na hora de tirar as fotos, era evidente aquela presença da morte no rosto dele. Nunca vi alguém que soubesse que ia morrer, até hoje. Ele parece sentir o peso da mão da morte nele, então ele da aquele sorriso falso, aquele que estica a boca mas não contagia os olhos, aquele olhar que parece fitar o nada, mesmo quando olha para alguma coisa.

Todos da nossa família se sentem inúteis, vêem alguém que amam morrendo e não conseguem fazer nada. Não porque não dá, mas principalmente porque ele não quer. Tenho pensado muito nisso, penso que não é só a morte que leva quem amamos, tantas outras coisas fazem isso, sempre com o avao da pessoa amada. Brigas bobas, em que o orgulho não permite que o perdão posso unir pessoas que se amam. Amizades que tem amor mas não tem uma boa base por parte de um dos lados, amores que nascem a partir de falsas expectativas e que poderiam se transformar, não no grande amor da vida dos dois, mas com certeza em uma coisa boa, mas não acontece por enumeras coisinhas.

Não caminhamos em grupo, caminhamos sozinhos e de vez em quando algumas pessoas estão andando na mesma trilha que a nossa, por um tempo. e na próxima curva tudo muda.

Não acho que eu tenha nascido para ser assim, tão promiscuo com tudo. Trocar de companheiros sem sentir culpa por isso, não sou eu. Sempre tento entender a beleza de qualquer um, por mais diferente que ele possa ser; se eu me dispor, com certeza acharei o belo na pessoa, e ela para de ser mais um, para se tornar única. E daí, como se pode abandonar alguém único?
Como a pessoa de minha família, a maioria não quer se ajudar, não quer pensar no assunto se for doloroso então. ''esquece''. Seguem exclusivamente seu coração e depois justificam com a razão. ''palavras do Daniel.'' Não são donas de suas vontades. Mas mesmo assim me dói de mais abandoná-las, me sinto impotente sempre achando que eu poderia fazer mais, mas fazer o que? se são elas que mesmo não escolhendo, escolhem se afastar e viver a vida na total superficialidade.

Será que estamos sozinhos? Sera que tudo é passageiro e que o amor é uma coisa muito mais pessoal do que coletiva?

Sim, por enquanto essa é a resposta que me vem na mente.